A OEA em campanha contra a democracia no Sul: tambén referendo Cubano é “ilegítimo”

TSA – Granma

Secretário geral da OEA acusou Cuba de convocar um referendo ilegítimo para sancionar 24 de fevereiro o texto debatido pelo povo. O responsável da OEA cualifica a consulta de antidemocrática e só convocada para lhe dar um aspecto legal a uma dictadura. A OEA, anjo exterminador  por meio século dos países sem urnas, maldiz agora o voto em Nicaragua, Venezuela, Honduras, Cuba e Brasil e Argentina se não votam o que interessa ao Império. O diretor geral para a América Latina e o Caribe, do Ministério das Relações Exteriores, disse em 12 de fevereiro que o secretario-geral da OEA é a voz do seu amo dos EUA e acrecentou  o ridículo do representante da OEA reiterar calúnias e mentiras vulgares sobre o país com sua particular obsessão anticubana, e ignorar tantas questões de real urgência em Nossa América, para as quais ele não dedica as mesmas energias, nem o tempo nem os recursos da organização. “O secretário-geral –afirmou Eugenio Martinez Enríquez- deve saber que nem ele nem a OEA têm direito de debater sobre a Constituição de um Estado que não faz parte dela, nem pretende ser, e não está, portanto, sujeito ao seu sistema de tratados, com o qual ele não tem obrigação”.

Tomy – Granma

«A OEA é a organização que, a serviço do imperialismo dos EUA: apoiou tentativas de isolar Cuba, intervenções militares na América Latina e infames ditaduras militares que os EUA criaram, financiaram e protegeram por anos; os EUA ignoraron as torturas mais abomináveis ​​em nossa região, e atropelaron direitos dos povos da nossa América», disse Martinez Enríquez.

Também mencionou que o secretário-geral da OEA despreza a carta da organização, que estabelece a natureza de suas funções, entre as quais a autonomia ou a capacidade de orquestrar esse tipo de ação não é reconhecida, nem que os Estados membros da OEA lhe tenham concedido mandato especial algum.

«Nós não reconhecemos, nem reconheceremos qualquer autoridade moral ou legal à OEA, nem a qualquer um de seus funcionários e órgãos subsidiários que tentam atacar Cuba», enfatizou.

Finalmente, o diretor-geral para a América Latina e o Caribe, do Ministério das Relações Exteriores acrescentou que a Constituição de Cuba emana da autoridade soberana de seu povo, que debateu democraticamente o projeto da Carta Magna, na qual votará em breve. O secretário-geral da OEA está errado em repetir o roteiro tantas vezes ensaiado contra Cuba. A Constituição cubana é discutida e aprovada pelos cubanos e será confirmada no dia 24 de fevereiro.

Deixa unha resposta

O teu enderezo electrónico non se publicará