A supervivéncia neonatal de Cuba supera a de paises millonários por sexto ano

Granma – Terra Sen Amos

Por sexto ano consecutivo, Cuba prevê uma taxa de mortalidade infantil inferior a cinco em cada mil nascidos vivos. A incidência está por baixo de países desenvolvidos, como Estados Unidos ou o Canadá. Os resultados do programa Materno Infantil têm sido possíveis graças aos planos de Genética Médica, setor que desde 1983 foi reestruturado e aperfeiçoado; e o de Imunização, o qual protege os infantes contra 13 doenças previsíveis, com a aplicação de 11 vacinas ou produtos imunobiológicos, oito deles de produção nacional. Ainda, no ano que conclui mais de sete mil cubanos foram beneficiados com a terapia celular em medicina regenerativa, em padecimentos de ortopedia, angiologia e odontologia, segundo o Instituto de Hematologia e Imunologia, de referencia nacional nesse ramo.

A OMS enviou uma mensagem de felicitação à Cuba por sua contribuição à saúde em diversos povos.
A OMS enviou uma mensagem de felicitação à Cuba por sua contribuição à saúde em diversos povos.

Outro acontecimento importante em 2015 foi a celebração, na Universidade de Havana, das cinco décadas da formação do primeiro grupo de profissionais das Ciências Médicas, fato acontecido em 14 de novembro de 1965, no pico Turquino. Diversos são os avanços que no campo da saúde Cuba pode mostrar ao mundo e que ratificam sua disposição de continuar atingindo sucessos pelo bem da humanidade. Pelo quarto ano realizaram-se em toda Cuba um milhão de cirurgias.

Por ocasião do Dia da Medicina Latino-americana, que se comemora no dia 3 de dezembro, a doutora Clarissa Etienne, diretora regional da OPAS/OMS, enviou uma mensagem de felicitação à Ilha maior das Antilhas por sua contribuição à saúde em diversos povos.

Etienne ponderou os resultados de Cuba internacionalismo no setor, do Programa Integral de Saúde e da Escola Latino-americana de Medicina (ELAM), de cujas 11 formaturas já saíram graduados mais de 27 mil médicos de uma centena de nações, além da ajuda de brigadas médicas cubanas em três países da África ocidental, onde travaram uma grande batalha contra o vírus do Ébola.

Durante um ato efetuado em Havana, o presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz enviou uma mensagem de reconhecimento aos colaboradores que combateram essa epidemia em Serra Leoa, Guiné Conacri e a Libéria.

Desde seu início, em 10 de julho de 2004 em Cuba, e estendida a uns 40 centros oftalmológicos na América Latina e a África, também no ano que conclui a missão Milagro devolveu a visão ou melhorou a qualidade da saúde ocular a mais pessoas, e hoje em dia são mais de três milhões os pacientes que em mais de trinta países têm sido beneficiados com este programa. Pelo quarto ano consecutivo, o sistema de saúde pública de Cuba, realizou máis de um  milhão de cirurgias.

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