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Últimas medidas de Obama são positivas mais bloqueio permanece, recorda Rodríguez Parrilla

Granma – 18/03/16
Véspera da visita a Cuba do presidente dos Estados Unidos, o ministro de Estado (Chanceler) Bruno Rodriguez Parrilla reconhece em rolda de prensa a posição de Obama contra o bloqueio e os chamamentos reiterados que fez ao Congresso, porem assinalou que medidas de normalização anunciadas pela Casa Branca desde 17 de decembro de 2014, representaran pouca diferenza no feito real da interferêmcia económica e política e não resultaram a causa do carácter integral e opresivo das leis norteamericanas aplicadas ilegalmente a Cuba. Goberno de Cuba estuda alcance e efeitos práticos das últimas medidas. 

"Ninguém pode pretender Cuba tenha que renunciar a um só de seus princípios, nem a sua política externa comprometida com as causas justas do mundo e a defesa da autodeterminação dos povos" recordou Bruno Rodríguez Parrilla.
“Ninguém pode pretender de Cuba tenha a renúncia de um só de seus princípios, nem a sua política externa comprometida com as causas justas do mundo e a defesa da autodeterminação dos povos” recordou Bruno Rodríguez Parrilla.

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Conviver não significa renunciar ao socialismo, à história, à cultura, advirte Cuba na vespera da visita de Obama

Granma

Cuba ratifica sua vontade de avançar nas relações com os Estados Unidos da América, na base da observância dos princípios e propósitos da Carta das Nações Unidas e dos princípios da Proclama da América Latina e do Caribe como Zona de Paz. Nun editorial publicado no diario Granma, o governo de Cuba recorda a heróica resistência do povo, a sua lealtade aos princípios e a defesa da independência e a soberania nacionais, em primeiríssimo lugar. Tais valores, não negociados em mais de 50 anos, conduziram ao atual governo dos Estados Unidos da América a admitir os danos severos que o bloqueio tem causado ao povo de Cuba e o reconhecimento do fracasso da política de aberta hostilidade para com a Revolução. Nem a força, nem a coerção econômica, nem o isolamento conseguíram impor a Cuba uma condição contrária a suas aspirações forjadas em quase século e meio de heróicas lutas.

Cuba ratifica sua vontade de avançar nas relações com os Estados Unidos da América, na base da observância dos princípios e propósitos da Carta das Nações Unidas e dos princípios da Proclama de América Latina e o Caribe como Zona de Paz, proclama Governo na véspera da viagem de Obama.
Cuba ratifica sua vontade de avançar nas relações com os Estados Unidos da América, na base da observância dos princípios e propósitos da Carta das Nações Unidas e dos princípios da Proclama de América Latina e o Caribe como Zona de Paz, proclama Governo na véspera da viagem de Obama.

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“Reporters sans Frontières” mantén a liña anti-cubana do seu fundador Robert Menard

Adela Roade – Terra Sen Amos

Robert Ménard fundara Reporters sans Frontières (RSF) como celador do xornalismo en Cuba, e deuse o caso, nos 90, de alguén chamarlle a atención para o feito de os xornalistas asasinados en México (120 nas 5 últimas décadas) non merecer liña da ONG, ou mesmo relearlle a súa condición de mártires da liberdade de expresión a estes sentenciados a morte por man de conspiradores sentados na administración mexicana con licencia outorgada a norte do río Tijuana.  Os problemas de censura concentrábanse nos paises abrigados baixo capa do Império, mais Robert Menard teimaba dar a un pais pequeno e sen recursos como Cuba, sitiado por Norteamérica, a condición de censor entre censores. Menard aparece agora na TV falando con familias sirias refuxiadas na vila francesa de Béziers, non para se interesar polas súas liberdades senón para botalos, porque o que fóra fundador de RSF é agora alcalde de Béziers polo partido de Marine Le Pen.

menard
“Fose eu ministro da policía e habian ver o que é unha lei de inscrición. Férveme a cachola só de pensalo” Ménard -en uniiforme nazi- ficha a menores en Béziers.

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Raúl: “Santiago é exemplo do que se pode fazer, ainda com poucos recursos”

Santiago de Cuba – Letícia Martinez Hernández (Granma) 22.02.16

Perto das sete horas da manhã de sábado 20 de fevereiro, quando a cidade mal acordaba, presidente Raúl Castro surpreendeu seus moradores ao percorrer a pé a rua Enramada, desde Plaza de Marte até a Alameda, acompanhado do primeiro secretário do Partido na província, Lázaro Expósito Canto. Durante a caminhada, Raúl conversou coa malta da situação econômica do país e súas perspectivas; o contexto internacional; o restabelecimento das relações diplomáticas com os Estados Unidos; e aproveitando que entre os que se reuniam em seu redor havia oficiais das Forças Armadas mobilizados para a Campanha Antivetorial, alertou do risco de entrada a Cuba do vírus do Zika e a necessidade de cumprir medidas sanitárias estritamente.

A malta santiagueira comparte com Raúl na rúa da Emramada
A malta santiagueira comparte com Raúl na rúa da Enramada

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Obama vai a Cuba

Xosé Mexuto – Sermos Galiza

Obama vai a Cuba e certifica así unha mudanza histórica nas relacións da potencia imperial coa súa outrora colonia. O extraordinario desta visita é que a maior das Antillas non se viu obrigada a facer ningunha concesión relevante para obter o perdón do comandante en chefe. Non, é máis ben que nos EUA de cando en vez aparecen sinais de vida intelixente e o que fai aquí o Imperio é mudar de táctica -despois de 5 décadas de fracasado acoso-, sen alterar en absoluto os obxectivos estratéxicos -fortalecer as tendencias contrarrevolucionarias no interior da Illa co obxectivo de restaurar plenamente o capitalismo.

O autor do artigo recorda que EUA non varia o seu obxectivo de fortalecer as tendencias contra-revolucionarias no interior da Illa co obxectivo de restaurar plenamente o capitalismo, endebén os métodos cambien.
O autor do artigo recorda que EUA non varia o seu obxectivo de fortalecer as tendencias contra-revolucionarias no interior da Illa co obxectivo de restaurar plenamente o capitalismo, endebén os métodos cambien.

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